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Do Oriente para o Quintal: Maricá e Gigante Chinesa Sinomach alinham Fábrica de Tratores e Fazendas Inteligentes

Codemar detalha cronograma para erguer distrito industrial no Parque Tecnológico; parceria com MST e grupo chinês foca em mecanização da agricultura familiar e tecnologia 5G no campo

Atualizado há 3 dias

A Prefeitura de Maricá, via Codemar, realizou nesta quinta-feira (26 de março) uma rodada de negócios decisiva com a Sinomach, um dos maiores conglomerados industriais do mundo. O encontro serviu para bater o martelo sobre o cronograma da futura Fábrica de Tratores de Maricá e apresentar projetos de "agricultura inteligente" que prometem revolucionar os assentamentos e a produção local.

 

    A Fábrica de Tratores e o Distrito Industrial

O projeto da fábrica é a "âncora" do novo setor industrial que Maricá está preparando no Parque Tecnológico:

  • Foco: Produção de tratores e implementos de pequeno e médio porte, ideais para a agricultura familiar brasileira.

  • Impacto: Geração de empregos técnicos qualificados e redução do custo de mecanização para o produtor rural.

  • Cronograma: A reunião detalhou as próximas fases de engenharia e instalação da linha de montagem em solo maricaense.

 

    Agricultura 4.0: Máquinas Inteligentes e Digitalização

A parceria com os chineses vai além da mecânica pesada. Foi apresentado um projeto piloto de Centro de Serviços de Máquinas Inteligentes:

  1. Digitalização: Uso de sensores e conectividade para monitorar a saúde do solo e das plantações.

  2. Produtividade: Máquinas autônomas ou semi-autônomas que otimizam o plantio e a colheita, reduzindo o desperdício.

  3. Fixação no Campo: Segundo o MST, a tecnologia é essencial para manter a juventude no campo e reduzir a penosidade do trabalho agrícola, especialmente para as mulheres.

“A cooperação com a China é parte da estratégia para tornar nossa economia mais dinâmica, moderna e inovadora”, destacou Celso Pansera, presidente da Codemar.

 

    Novos Horizontes de Investimento

O encontro também serviu como "vitrine" para outras áreas onde o capital chinês pode aportar em Maricá:

  • Energia: Setor fotovoltaico (painéis solares).

  • Mobilidade: Veículos elétricos de pequeno porte e setor automobilístico.

  • Consumo: Indústrias têxteis e de beneficiamento de café.

Foto do Jornalista

Marcus Pires

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