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Clima global deve sentir efeitos do retorno do La Niña até 2026
Fenômeno tende a reduzir temperaturas globais e alterar padrões atmosféricos.
Atualizado há 169 dias
A Administração Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou o retorno do fenômeno climático La Niña, que deve influenciar o clima global até entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026. O evento é caracterizado pelo esfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, o que tende a provocar uma queda nas temperaturas globais.
Segundo a NOAA, as condições típicas da La Niña emergiram em setembro de 2025, quando foi observada a expansão de temperaturas da superfície do mar abaixo da média nas regiões central e leste do Pacífico. Para que o fenômeno seja oficialmente reconhecido, é necessário que essa anomalia permaneça abaixo de -0,5 °C por três trimestres móveis consecutivos.
A La Niña é o oposto do El Niño, que se caracteriza pelo aquecimento das águas do Pacífico. No Brasil, os efeitos esperados incluem chuvas acima da média nas regiões Norte e Nordeste, maior risco de incêndios no Pantanal e na Amazônia e tempo mais seco no Sul do país.
De acordo com o Climatempo, a intensidade e duração do fenômeno influenciam suas consequências, que podem variar de um ano para o outro, especialmente em episódios mais fracos ou de curta duração.

Rayza Espírito Santo
Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.
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