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Bacellar aparece como nome mais forte para enfrentar Eduardo Paes em 2026

De acordo com a pesquisa da Arrow Pesquisa de Mercado divulgada nesta terça-feira, Rodrigo Bacellar ganha força e se consolida como o principal nome da oposição a Eduardo Paes na corrida pelo Governo do Rio em 2026.

Atualizado há 173 dias

A mais recente pesquisa da Arrow Pesquisa de Mercado, realizada entre 29 de setembro e 3 de outubro com 3.090 entrevistas no Estado do Rio, aferiu intenção de voto para governador e presidente com recortes por zonas da capital e regiões do interior, margem de erro 2,2 pontos percentuais e 95% de confiança. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira pelo jornal Correio da Manhã.

No cenário com quatro nomes, Rodrigo Bacellar aparece com 12,31% no agregado do estado; a média da capital é 13,01%. Na cidade do Rio, Bacellar tem picos em Grande Bangu (17,9%) e Grande Santa Cruz (18,7%), com bons níveis em Grande Campo Grande (14,5%) e Grande Tijuca (12,7%). No interior, o nome também mostra capilaridade, atingindo 21,3% no Norte, 16,8% no Noroeste e 14,0% no CentroSul. 

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Bacellar aparece com o dobro de intenções de votos de possíveis adversários, como Washington Reis e Italo Marsili. Inclusive, a alta de Marsili pode ter sido gerada por confusão com o nome do coach Marçal, candidato em São Paulo na última eleição municipal. 

Eduardo Paes: Com alta taxa de conhecimento, o prefeito do Rio, Eduardo Paes aparece com folga na liderança, como ocorreu em sua última disputa, quando foi derrotado pelo juiz Wilson Witzel. Porém, há sinais de que a nacionalização da disputa deve impactar diretamente na eleição, além da entrada das lideranças regionais no jogo. Com pouca capilaridade no interior, Paes teria dificuldades para manter a dianteira fora da sua “casa”. 

Presidência. Entre os nomes testados contra Lula, Michelle Bolsonaro é a candidata mais competitiva da oposição nesta praça: registra 31,10% de média estadual quando incluída no cartão e, sobretudo, reduz os indecisos para 11,16%; na simulação alternativa, com outro nome oposicionista, o índice cai para 17,66% e os indecisos sobem para 18,26%. Nos recortes locais, Michelle lidera na Zona Central da capital (46,5% vs 32,4%) e abre vantagem em regiões do interior como Noroeste (33,9% vs 25,0%) e Baía da Ilha Grande (36,3% vs 31,8%).

O quadro sugere um tabuleiro heterogêneo no estado: Bacellar consolida presença nos bolsões da Zona Oeste e em áreas do interior com identidade local forte; Michelle Bolsonaro mostra maior tração no campo oposicionista por combinar intenção de voto mais alta e menor patamar de indecisos, além de lideranças regionais na capital e no interior.

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Yasmim Celestino

Jornalista do Jornal Gazeta

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