Foto: Cintia Chermont
Estudantes participam da final do Festart em Maricá
Festival reúne cerca de 300 alunos de 80 escolas em disputas de canto, dança, teatro, desenho e pintura
Atualizado há 186 dias
A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Educação, está promovendo as finais do 6º Festival Estudantil de Artes (Festart). O evento reúne alunos das redes municipal, estadual e particular, que estão mostrando seus talentos em desenho e pintura, canto, dança e teatro no ginásio da Escola Municipal Zilca Lopes da Fontoura, no Centro da cidade.
“Estão reunidos cerca de 300 estudantes, de 80 escolas. Eles participaram de seletivas nas suas unidades e os melhores de cada distrito estão aqui no Zilca disputando a final. Nesta terça-feira foi a vez do canto individual e em grupo. Amanhã é a vez da dança e, na quinta, do teatro”, explicou Raquel Castro, coordenadora da Subsecretaria de Estruturação e Planejamento Pedagógico.
A final de desenho e pintura aconteceu na semana passada, mas a premiação será realizada nesta quinta-feira (18). Entre os talentos que subiram ao palco está a dupla de irmãos Manoelle e Mauro Carvalho Parreiras, do CEPT Leonel Brizola, de Itaipuaçu.
“Eu canto desde 2022, quando estava no 6º ano. Amo cantar e quero seguir essa carreira. Já estou até me apresentando em alguns lugares”, contou Mauro. Já Manoelle revelou que se inspirou no irmão: “Antes meu sonho era ser bombeira, agora quero ser uma cantora bombeira!”, brincou.
Intercâmbio cultural
As apresentações acontecem em diferentes faixas etárias — infantil, infanto-juvenil, adulto e idoso. Além da diversidade de idades, o Festart também é um espaço de intercâmbio cultural, com participação de estudantes indígenas e de projetos voltados para idosos.
“A participação é muito importante para nós pela visibilidade, para que a gente possa levar um pouco da nossa cultura, da nossa aldeia. Aprendemos muito, mas também temos a mostrar e ensinar”, destacou Raphael Tupã Rodrigues de Oliveira, professor de língua guarani da escola Para Poty Nhe’e Ja, da Aldeia Mata Verde e Bonita.
Seis estudantes indígenas apresentaram o rap Nativo, do MC Owerá, de São Paulo, cantado em guarani, que fala sobre espiritualidade, resistência e força dos povos originários.
Já os grupos de idosos emocionaram o público com apresentações que reforçam o papel de inclusão e de conexão entre gerações. “Esse contato contribui para o resgate da autoestima dos idosos e para a formação dos mais jovens, que passam a vê-los como exemplo”, afirmou Adriana Ribeiro, gerente de Ensino de Idosos da Secretaria de Educação.
Programação das finais
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Quarta-feira (17/09): Dança individual (manhã) e dança em grupo (tarde)
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Quinta-feira (18/09): Teatro (manhã) e premiação das categorias desenho e pintura

Yasmim Celestino
Jornalista do Jornal Gazeta
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