Foto: Reprodução
Wagner Moura cita Bolsonaro ao falar de filme nos EUA
Ator participou do The Daily Show e falou sobre política, memória e cinema brasileiro.
Atualizado há 68 dias
Wagner Moura segue em ritmo intenso de divulgação do filme O Agente Secreto nos Estados Unidos. Na semana passada, o ator participou do programa americano The Daily Show, apresentado por Jordan Klepper, onde comentou o trabalho no longa e fez críticas ao cenário político brasileiro recente.
Em tom bem-humorado, característico do talk show, Wagner chegou a ironizar um agradecimento ao ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que o contexto político entre 2018 e 2022 foi determinante para a existência do filme. Segundo o ator, a obra nasceu da perplexidade compartilhada por ele e pelo diretor Kleber Mendonça Filho diante do período vivido pelo país.
“O filme recebeu um grande reconhecimento no Festival de Cannes. Em um dos prêmios, eu agradeci a ele. Sem Bolsonaro, não teríamos feito o filme”, disse Wagner durante a entrevista, que teve cerca de 13 minutos de duração.
Ao longo da conversa, o ator também criticou a Lei da Anistia de 1979 e abordou o tema da memória histórica no Brasil. Para ele, há episódios que não devem ser esquecidos nem perdoados. Wagner afirmou ainda que o país começa a enfrentar esse passado ao responsabilizar pessoas que atentaram contra a democracia, citando a prisão de Jair Bolsonaro como exemplo desse processo.

Rayza Espírito Santo
Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.
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